Jacobinense é suspeito de torturar e matar policial civil em São Paulo
- Detalhes
- Publicado: 16 Junho 2015
O carcereiro da Polícia Civil Emerson Claro Rubio, 40 anos, foi encontrado morto a facadas e com sinais de tortura na noite do último domingo, 14, em um barraco na favela do Chaparral, na Penha (zona leste de São Paulo). Um amigo que o acompanhava, um auxiliar administrativo de 45 anos, afirmou à polícia que ambos foram sequestrados por pelo menos oito traficantes, na noite de sábado, quando deixaram um bar na região para irem comprar cocaína.
Rubio, que estava desarmado, teria sido reconhecido enquanto aguardava o amigo em um bar na entrada da favela, por volta das 20h. Hugo Matos da Silva, vulgo Baiano, natural de Jacobina-Ba, é um dos suspeitos de matar o policial civil. Ele trabalhava na carceragem 18º distrito Policial na Mooca/SP, e estava desaparecido desde a última sexta-feira. O policial foi torturado e morto com mais de 20 facadas na comunidade do Tiquatira, zona leste de São Paulo. A foto de Hugo foi reconhecida pelo sobrevivente do crime, Janilson Cândido Cardoso, que também foi torturado pelos traficantes. O caso teve repercussão nacional com a exibição da matéria através do programa Brasil Urgente da TV Bandeirantes.
Rubio, que estava desarmado, teria sido reconhecido enquanto aguardava o amigo em um bar na entrada da favela, por volta das 20h. Hugo Matos da Silva, vulgo Baiano, natural de Jacobina-Ba, é um dos suspeitos de matar o policial civil. Ele trabalhava na carceragem 18º distrito Policial na Mooca/SP, e estava desaparecido desde a última sexta-feira. O policial foi torturado e morto com mais de 20 facadas na comunidade do Tiquatira, zona leste de São Paulo. A foto de Hugo foi reconhecida pelo sobrevivente do crime, Janilson Cândido Cardoso, que também foi torturado pelos traficantes. O caso teve repercussão nacional com a exibição da matéria através do programa Brasil Urgente da TV Bandeirantes.
Assista o vídeo da matéria:
Foto: Reprodução - Imagens: Youtube








