BARREIRAS : MORADOR DE RUA É EXECUTADO A TIROS NO CENTRO DE HISTÓRICO
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Fabrício Gonçalves de Azevedo, de 32 anos, o Magrão, foi morto a tiros na noite de ontem, segunda-feira, 6, por volta das 21h30, no calçada do Cais, no centro histórico de Barreiras.
Segundo informações, dois indivíduos chegaram ao Cais a bordo de uma motocicleta. O carona da moto perguntou a Magrão, por seu amigo Sandro. Magrão teria dito que por favor que não o confundisse com Sandro. Nesse momento, o carona da moto sacou uma pistola e atirou diversas vezes em Magrão que morreu no local com cerca de 10 balas encravadas no corpo. Vida pregressa – Fabrício, o Magrão, era morador de rua, usuário de drogas e possuía algumas passagens pela polícia, sempre por furto e arrombamento a comércios.
As polícias militar, civil e técnica estiveram no local do crime que foi periciado. Dr. Francisco Carlos de Sá, com sua equipe, já começou a investigar o caso.
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Em
coletiva de imprensa na sede da 16ª Coorpin, foi apresentado na manhã
desta quinta-feira, 26, José Dias dos Santos "Zezinho" de 56 anos,
acusado do assassinato de sua ex-companheira Marlene Ribeiro Dias de 40.
O
assassinato foi em 2011 na cidade de Caldeirão Grande e Zezinho estava
foragido desde então. Segundo o acusado, sua mulher foi pega em
flagrante com um amante e ele deflagrou tiros de 32 matando-a, em
seguida se apresentou ao delegado e foi liberado.
Por
sua vez, o delegado responsável pelo caso, Dr. Cezar Romero, titular de
Caldeirão Grande, desmentiu a versão do autor, contando ao Rota 324 que
Marlene já estava separada dele e por não aceitar a separação e o novo
relacionamento da ex, a matou e evadiu-se sem se apresentar. Ele será
julgado por homicídio triplamente qualificado e tentativa de homicídio,
pois tentou contra a vida do então namorado de Marlene, Jeovane
Oliveira.
Ainda
segundo Romero, o acusado foi encontrado em Caatinga do Moura e a
polícia só chegou ao autor devido a denúncias de moradores "O
coordenador Dr. Eduardo Brito colocou seu serviço de investigação no
local e obteve êxito na ação, esperamos agora que ele seja condenado
pela justiça" disse.
O
autor nos contou ainda que é pai de 4 filhos de outro relacionamento e
que estava arrependido de ter agido dessa forma "Foi um momento de
cabeça quente, não aconselho isso para ninguém" disse. Zezinho era
funcionário público em Caldeirão e prestava serviços como carcereiro na
delegacia local. Ele ficará na Depol de Jacobina à disposição da
Justiça.
Igor Fagner - Rota 324


















