De olho em Jacobina: Apesar dos pesares, Leopoldo foi melhor gestor do que Rui e Valdice juntos
- Detalhes

Leopoldo,
apesar de ter ficado inelegível pela Justiça, nunca teve contas
rejeitadas pelo TCM-BA, enquanto Rui Macedo e Valdice Castro tiveram
seis contas reprovadas
Mesmo condenado por improbidade administrativa, em 2007, em sentença do Juiz Dr. Walter Américo Caldas, o ex-prefeito Leopoldo Passos foi um gestor mais rigoroso com as contas do município de Jacobina do que os ex-gestores Valdice Castro e Rui Macedo, tanto em seu primeiro mandato quanto neste segundo.
Rui Macedo é imbatível quando o assunto é administrar mal os recursos de Jacobina: ele teve, afinal de contas, quatro contas rejeitadas pelo TCM: Prefeitura em 2006, 2008 e 2013, além de uma da Panela do Povo, em 2008.
Valdice Castro, em quatro anos, teve duas reprovações: Prefeitura e SMTT no ano de 2012.
Se for considerado que Valdice Castro era manipulada totalmente pelo marido, pode-se dizer que Leopoldo Passos não teve o mesmo zelo na gestão dela, negligenciando no controle das contas municipais.
Já Rui Macedo tem sido medíocre desde que assumiu a Prefeitura de Jacobina, levando muitos puxões de orelha do TCM e mesmo assim nunca aprendeu a lição.
As suas contas de 2014, pelo andar da carruagem, também deverão ser rejeitadas pelo TCM, pois o seu governo vem abusando em administrar mal o município de Jacobina.
Além de nunca ter sido bom gestor, Rui Macedo se juntou a um bando de fanfarrões que só sabem torrar o dinheiro da viúva, sem a menor parcimônia e com muita desfaçatez, esbanjando verbas públicas com cooperativas, institutos e outras picaretagens às custas do suor do contribuinte.
No resumo da ópera, Leopoldo Passos, no que diz respeito ao TCM, passou ileso durante oito anos.
E esse é um mérito que ninguém poderá tirar dele. Apesar dos pesares.
Mesmo condenado por improbidade administrativa, em 2007, em sentença do Juiz Dr. Walter Américo Caldas, o ex-prefeito Leopoldo Passos foi um gestor mais rigoroso com as contas do município de Jacobina do que os ex-gestores Valdice Castro e Rui Macedo, tanto em seu primeiro mandato quanto neste segundo.
Rui Macedo é imbatível quando o assunto é administrar mal os recursos de Jacobina: ele teve, afinal de contas, quatro contas rejeitadas pelo TCM: Prefeitura em 2006, 2008 e 2013, além de uma da Panela do Povo, em 2008.
Valdice Castro, em quatro anos, teve duas reprovações: Prefeitura e SMTT no ano de 2012.
Se for considerado que Valdice Castro era manipulada totalmente pelo marido, pode-se dizer que Leopoldo Passos não teve o mesmo zelo na gestão dela, negligenciando no controle das contas municipais.
Já Rui Macedo tem sido medíocre desde que assumiu a Prefeitura de Jacobina, levando muitos puxões de orelha do TCM e mesmo assim nunca aprendeu a lição.
As suas contas de 2014, pelo andar da carruagem, também deverão ser rejeitadas pelo TCM, pois o seu governo vem abusando em administrar mal o município de Jacobina.
Além de nunca ter sido bom gestor, Rui Macedo se juntou a um bando de fanfarrões que só sabem torrar o dinheiro da viúva, sem a menor parcimônia e com muita desfaçatez, esbanjando verbas públicas com cooperativas, institutos e outras picaretagens às custas do suor do contribuinte.
No resumo da ópera, Leopoldo Passos, no que diz respeito ao TCM, passou ileso durante oito anos.
E esse é um mérito que ninguém poderá tirar dele. Apesar dos pesares.
Prefeito de Várzea Nova gasta muito com combustíveis e é punido pelo TCM
O
Tribunal de Contas dos Municípios, nesta quinta-feira (05/03), julgou
parcialmente procedente a denúncia formulada pelos vereadores Antônio
Paulo Nunes, Maria da Conceição Alves, Edival de Oliveira e Judenilson
do Carmo contra o prefeito de Várzea Nova, Dion Avelino da Silva, pelo
consumo excessivo de combustível para apenas quatro veículos, no
exercício de 2013.
A relatoria imputou multa de R$ 2 mil ao gestor por considerar ineficiente o Controle Interno do Município, que incluiu no histórico de consumo de combustível um gasto de R$ 16.132,96, atribuído a abastecimento de veículo que não estava sendo utilizado.
O relatório também aponta o consumo de 8.491,03 litros de diesel para abastecimento de apenas quatro ônibus escolares, no período de 01/04 a 30/04.
Considerando que esses veículos são utilizados de segunda a sexta-feira no transporte de alunos, o consumo diário, em se tratando de 22 dias úteis, atingiu nada menos que 96,48 litros de diesel por dia para cada veículo – um volume absurdo, que ofende os princípios constitucionais da razoabilidade e da economicidade.
Cabe recurso. TCM
A relatoria imputou multa de R$ 2 mil ao gestor por considerar ineficiente o Controle Interno do Município, que incluiu no histórico de consumo de combustível um gasto de R$ 16.132,96, atribuído a abastecimento de veículo que não estava sendo utilizado.
O relatório também aponta o consumo de 8.491,03 litros de diesel para abastecimento de apenas quatro ônibus escolares, no período de 01/04 a 30/04.
Considerando que esses veículos são utilizados de segunda a sexta-feira no transporte de alunos, o consumo diário, em se tratando de 22 dias úteis, atingiu nada menos que 96,48 litros de diesel por dia para cada veículo – um volume absurdo, que ofende os princípios constitucionais da razoabilidade e da economicidade.
Cabe recurso. TCM
Nenhum comentário:
Postar um comentário